Hoje é

Dicas para quem deseja iniciar no mundo da fotografia.

Máquina fotográfica 360° 
é uma câmera Fotografica capaz de fazer uma única fotografia panorâmica completa (abrangendo toda a volta) a partir de um determinado ponto.
A câmera foi inventada por Sebastião Carvalho Leme, fotógrafo brasileiro quando residente em Marília, São Paulo. Em 1957 um empresário solicitou uma fotografia de seus prédios numa confluência de três esquinas, e o seu interesse era mostrar o conjunto dos prédios numa só foto — o que necessariamente teria de ser feito em 360 graus.
Usando então uma câmara fotográfica Rolleiflex com cabeça panorâmica foram tirados dez negativos que, ampliados e montados, resultaram na foto desejada.
Surgiu daí o desafio: Por que não tirar num só negativo uma fotografia que abrangesse 360 graus?

Lemos pôs aquele desafio na "agenda" de sua mente e passou a cogitar uma solução ao caso. O embrião de uma idéia surgiu. Foi, assim, patenteado sob o número 99.271 no então Departamento Nacional da Propriedade Industrial (hoje extinto e sucedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial) em 26 de Novembro de 1957. Numa latinha de massa de tomate instalou uma objetiva, um dispositivo interno especial (que é o princípio da invenção) e um pedaço de filme fixo dentro da lata. Com a mão fez girar a objetiva, fazendo, assim, o primeiro teste para sentir as possibilidades. O teste foi feito em frente ao edifício do Senai usando o sistema para fotografar em 360°. Revelado o filme, comprovou-se, precariamente, a possibilidade de se tirarem fotos em 360°. Feito o primeiro protótipo, já mecanizado, veio a confirmação. Foram feitos três protótipos, consumindo-se cerca de um ano para o aperfeiçoamento.
Neste ínterim, certo de ter conseguido a solução para tirar fotos com 360°, Leme providenciou o processo de patente que tramitou durante alguns anos no Departamento Nacional da Propriedade Industrial, tempo em que foram pesquisadas a viabilidade do sistema e a existência de similares, concedendo-se a patente em 23 de abril de 1962 sob o número 61.472. Cerca de 20 anos após a concessão da patente surgiu nos Estados Unidos um sistema similar, sem, contudo, o dispositivo interno acima referido.
A máquina permaneceu inativa durante quinze anos. No final de 1997 foi reativada e aperfeiçoada, passando a ser utilizada novamente.

Pinhole




Uma câmera ou câmara pinhole é uma máquina fotográfica sem lente. A designação tem por base o inglêspin-hole, "buraco de alfinete" e é usada para referir a fotografia estenopeica. Este tipo de fotografia é uma prática econômica e simples pois utiliza uma qualquer caixa em que a luz não penetre. A existência de um pequeno furo, estenopo do grego stenopo e que em português permite designar este tipo de fotografia por Fotografia Estenopeica.
A pinhole consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de uma câmara escura. De um pequeno orifício onde a luz é captada para dentro da câmara, e sofrendo um movimento de inversão, a imagem é projectada para a parede oposta ao orifício ao contrario. Para produzir uma imagem razoavelmente nítida, a abertura tem que ser um furo pequeno na ordem de 0,02 polegadas (0,5 mm) ou menos. O obturador da câmera pinhole geralmente consiste de uma mão espalmada ou de algum material à prova de luz para cobrir e descobrir o furo. As câmaras pinhole requerem um tempo maior deexposição do que as câmeras convencionais devido à pequena abertura; os tempos de exposição vão de 5 segundos a até mais de uma hora.
A imagem pode ser projetada em uma tela translúcida para visualização em tempo-real (popularmente utilizadas para ver o eclipse solar), ou pode expor filme ou um dispositivo de carga acoplado (CCD). As câmeras pinhole com CCDs são algumas vezes utilizadas em serviço de vigilância devido a seu tamanho pequeno.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mera_pinhole 



O que é distância Focal


A distância focal é, junto com a abertura do diafragma, uma das mais importantes características de uma objetiva. É a partir dela que o usuário (como fotógrafo ou profissionais que utilizem um microscópio ótico) define, por exemplo, a maior ou menor aproximação de uma imagem, ou ainda escolhe o campo de visão que deseja trabalhar.
A distância focal de uma objetiva é determinada a partir dos pontos nodais até dos focais, ou seja, é a distância, em milímetros, entre o ponto de convergência da luz até o ponto onde a imagem focalizada será projetada.
Todas as objetivas recebem classificações como grande angular, normal e tele objetiva, e quase todas elas podem ser do tipo macro (que permite uma focalização de objetos mais próximos) ou não.


Profundidade de campo


A profundidade de Campo depende da abertura do diafragma (ou íris, para as câmeras de vídeo) e da proximidade que se está do objeto a ser fotografado ou filmado. O diafragma é um mecanismo da objetiva, composto por várias láminas justapostas, e que regula a intensidade de luz que entra na câmera. Conforme é feita esta regulagem na intensidade de luz, ela afeta a nitidez entre os planos, ou seja, a profundidade de campo.
A abertura do diafragma pode variar entre fechado e aberto, dependendo somente da objetiva utilizada para determinar os valores.
O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos como números f ou "f-stop", e seguem um padrão numérico universal, iniciando se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 45 etc. Cada numeração é 1,4x mais elevada que sua antecessora, sendo que os valores menores são os que representam maiores aberturas, que permitem maior incidencia de luz. Entretanto, são os que darão uma menor profundidade de campo. O inverso é verdadeiro, portanto, os valores maiores representam os que permitem menor incidencia de luz, e darão maior profundidade de campo.
Nas objetivas intercambiáveis de câmeras SLR, ou simplesmente reflex, há um anel regulável onde girando-o à esquerda ou à direita, seleciona se o número f (ou abertura) que lhe proporcionará a profundidade de campo desejada. Os números f são sempre apresentados em uma escala padrão. Quanto maior esse número, maior a profundidade de campo e por conseqüência, os elementos em diferentes planos ficarão nítidos.
Porém, independentemente da abertura escolhida, a proximidade que se está do objeto a ser fotografado é determinante para se ter uma grande ou baixa profundidade de campo na fotografia. Quanto mais próximo se está do assunto a se fotografar, menor será a profundidade de campo que se obterá.


Obturador


  É um dispositivo mecânico que abre e fecha, controlando o tempo de exposição do filme (ou do sensor das câmeras digitais) à luz em uma câmera fotografica. É uma espécie de cortina que protege a câmera da luz, e quando acionado o disparador, ele se abre. Quanto mais tempo aberto, mais luz entra. Ele fica embutido no interior do corpo da câmera após o diafragma. A velocidade do obturador, é um dos fatores utilizados para alterar o resultado final de uma fotografiapelo fotografo.
O tempo de abertura do Obturador deve ser adequado ao ISO do filme/ou seleção da câmera digital utilizado. Sua nomenclatura é B, que em sua numeração corresponde ao "nulo" ou "zero", onde o tempo de abertura do obturador é igual ao tempo em que seu dispositivo estiver sendo acionado. Além de B têm-se as "velocidades" positivas: 1, 2, 4, 8, 15, 60, 125, 250, 500, 1.000, 2.000, 4.000, 8.000 . E as negativas: 30, 15, 8, 4, 2.
As velocidades do obturador são subdivididas em baixa (de 1 até 30), média (de 60 até 250) e alta (de 500 até 8.000)
A relação entre obturador e Sensibilidade do iso, é a seguinte:
Filmes de alto ISO, necessitam de menos luz, logo maior é a velocidade do obturador. Filmes de baixo ISO, necessitam de mais luz, logo menor é a velocidade do obturador.

 Diafragma fotográfico 


É o dispositivo que regula a abertura de um sistema óptico.
É composto por um conjunto de finas lâminas justapostas que se localiza dentro da objectiva, e que permitem a Regularem da intensidade de luz/iluminada que ira sair na material foto-sensível.
O valor do diafragma se dá através de números, conhecidos como números f ou f-stop, e seguem um padrão numérico universal. Esta escala inicia-se em 1, 1.4, 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16, 22, 32, 44, 64 etc, sendo que, quanto menor for o número f, maior a quantidade que luz que ele permite passar e, quanto maior o número f, menor a quantidade de luz que passará pelo diafragma.
Cada número maior, ou seja, mais fechado, representa a metade da luz que a abertura anterior permite passar, assim como a cada número menor, ou seja, mais aberto, permite a entrada do dobro de luz.

A atual escala de abertura utilizada é obtida através da:
f= \frac{DF}{A}
Onde:

  • f é o valor do diafragma obtido
  • DF é a distância focal, em milímetros
  • A é o diâmetro, em milímetros, da abertura efetiva do diafragma, ou pupila de entrada
  • Diafragma e a profundidade de campo
Os diferentes valores de abertura do diafragma também geram diferentes efeitos de profundidade de campo, e consequente aparência de foco.
Diafragmas mais fechados tendem a proporcionar maior "foco", enquanto diafragmas mais abertos tendem a fazer o oposto, tendo em vista que ele aumenta ou diminui a profundidade de campo.

Em geral, recomenda-se sempre utilizar as aberturas medianas da objetiva que será utilizada, pois elas contêm a menor probabilidade de causar aberrações cromáticas e de problemas de refração nas bordas (quando utilizadas próximas a abertura máxima), ou de difração com o uso de aberturas muito pequenas.

Objetiva (óptica)

Objetivas de um microscópio.
As objetivas são conjuntos de lentes posicionadas de tal modo a corrigirem aberrações cromáticas, possuirem bom poder resolução, permitir um contraste adequado de tons, possuirem uma distância focal e permitirem ajuste de foco de modo com que o observador possa usufruir das suas possibilidades e faça o seu devido uso. Estas lentes utilizadas podem ser convergente, divergente, de borda delgada, fina ou espessa.
A objetiva de um telescópio óptico, por exemplo, é em geral um grande espelho de superfície com forma aproximadamente paraboloidal (em geral uma superfície cônica de revolução) ou uma lente composta de dois ou mais elementos. Quando a objetiva é destinada a finalidades especiais em astronomia, como para uma câmera astronômica, é comum que a objetiva seja um sistema óptico composto de lentes e espelhos, como é o caso das câmeras rápidas do tipo Smith.

Objectiva (fotografia)


Lente fotográfica zoom Nikkor 18–70 f/3.5-4.5G IF-ED

Uma objetiva (também conhecida como lente fotográficalente de câmera ou objetiva fotográfica) é uma lente óptica ou conjunto de lentes usada em conjunto com um corpo de câmera e um mecanismo para reproduzir imagens em um filme fotográfico ou em outra mídia capaz de armazenar uma imagem quimicamente ou eletrônicamente. É o elemento óptico que foca a luz da imagem no material sensível (filme fotográfico ou sensor digital) de uma câmara fotográfica.
Embora, em princípio, uma lente convexa simples seja suficiente, na prática uma lente composta constituída por um número de elementos de lente óptica é necessária para corrigir (sempre que possível) as muitas aberrações ópticas que aparecem. Algumas aberrações estarão presentes em qualquer sistema de lentes. É o trabalho do projetor de lentes equilibrar estas aberrações e produzir um design que seja adaptável para uso fotográfico e possivelmente para produção em massa.
Não há muita diferença no princípio entre lente usada para uma câmera fotográfica, uma câmera de vídeo, um telescópio, um microscópio ou outros aparelhos, mas o design e construção detalhados são diferentes.
Uma lente pode ser permanentemente fixa a uma câmera ou pode ser cambiável com lentes de diferentes distâncias focais, aberturas e outras propriedades.

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“Só a educação liberta.” Epicteto

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